o-sapo-foi-ao-kilamba-curtir-o-festival-tigra-beats

O INSTIDOC está de volta. Eis os documentários que não pode mesmo perder

Ambiente e sustentabilidade, política, democracia, cultura, educação, saúde, desenvolvimento social, direitos humanos e questões de género. Nenhum grande tema da actualidade mundial faltará.

Ao todo, o Ciclo do Documentário Institucional (INSTIDOC) irá exibir 14 documentários com origem em Moçambique, escolhidos a partir de uma centena de candidaturas recebidas, destaca em comunicado a organização do evento. A este número juntam-se 12 filmes internacionais. Tudo somado, o Centro Cultural Franco‐Moçambicano terá curtas e longas-metragens produzidas por 30 países.

Sente-se um pouco perdido e não sabe que obras escolher para ver? A organização do ciclo documental destaca, para o primeiro dia, a estreia internacional do filme «Macoconi – As Raízes dos Nossos Filhos», filme realizado por Fábio Ribeiro e que conta com o apoio da organização moçambicana Centro Terra. “Promovendo uma visão alargada sobre as causas e as consequências da devastação de florestas de mangal em Moçambique, o filme integra uma sessão com documentários que reflectem sobre questões prementes da área de Ambiente e Sustentabilidade”, refere o INSTIDOC em texto de imprensa.

Género, educação, desenvolvimento social, política e democracia marcarão o segundo dia, com os holofotes a estarem apontados à longa‐metragem «Freedom for the Wolf», de Rupert Russell. Este documentário “regista diferentes acontecimentos mundiais que parecem contrariar o processo de evolução natural da democracia nos países, mostrando diferentes reacções de indivíduos e sociedades face a estas ameaças”.

No dia 19, a saúde será o assunto em exibição, “com várias histórias que humanizam e permitem um melhor entendimento sobre temas como a violência baseada no género e o HIV/SIDA”, destaca a organização”. Contudo, “analisando a vulnerabilidade da sociedade global de hoje face a surtos de doenças, como os vírus Ébola e Zika, a estreia nacional do documentário «Unseen Enemy», de Janet Tobias, será o grande destaque do dia”.

As questões do género e da sexualidade marcarão o dia seguinte, com «Sexo, Pregações e Política» de Aude Chevalier‐Beaumel e Michael Gimenez a “explorar o paradoxo do que representa, nos dias de hoje, a liberdade sexual no Brasil”. Ainda no dia 20, os direitos humanos, a crise de refugiados no Mar Mediterrâneo e a tensão territorial no Sara Ocidental farão parte do menu de documentários em mostra.

«Karingana, Licença Para Contar», de Monica Monteiro, e «Wiwanana», de Iacopo Patierno, fecharão o último dia do INSTIDOC. O primeiro é uma reflexão sobre a literatura e a língua portuguesa no continente africano, nomeadamente em Angola e Moçambique, com a participação dos escritores Mia Couto e José Eduardo Agualusa. Por sua vez, «Wiwanana» “mostra como um grupo de cinco moçambicanos criou uma peça de teatro que serve de instrumento de diálogo e educação na promoção da saúde comunitária”.

Clique aqui para conhecer ao pormenor a programação deste ano.

Fechar Voltar